SEGMENTOS
Equipamentos para saúde e diagnóstico sem imobilizar capital
Abrir uma nova unidade ou atualizar o parque de diagnóstico exige equipamentos que custam de centenas de milhares a milhões de reais — um ultrassom parte de R$ 150 mil, um tomógrafo pode passar de R$ 800 mil — enquanto o retorno vem paciente a paciente, exame a exame, ao longo de anos. Imobilizar esse capital de uma vez trava o crescimento da operação e ainda compete com o caixa do dia a dia: folha, insumos, manutenção. A locação operacional com opção de compra inverte a equação: o equipamento entra em operação agora, o desembolso acompanha a receita que ele gera, e a clínica ou hospital decide no final do contrato se fica com o equipamento pelo valor residual.
Os momentos em que Saúde e Diagnóstico precisa de capital — e não deveria travá-lo
- Abertura de nova unidade ou upgrade de exames exige equipamentos de imagem que custam centenas de milhares a milhões de reais antes do primeiro paciente ser atendido.
- Ciclo de retorno lento: o equipamento se paga exame a exame, ao longo de anos — pagar à vista trava caixa que sustenta a operação corrente.
- Obsolescência tecnológica rápida em diagnóstico por imagem pressiona por upgrades frequentes.
- Falha de equipamento crítico (sala de exame, centro cirúrgico) parada é receita perdida e paciente sem atendimento.

O que estruturamos para Saúde e Diagnóstico
O contrato pode pesar menos no imposto
Quando o equipamento é usado diretamente na atividade produtiva da empresa, as parcelas da locação podem ser dedutíveis de IRPJ/CSLL e podem gerar créditos de PIS/COFINS — para empresas no Lucro Real, e sempre sujeitas à validação do seu contador.