SEGMENTOS

Equipamentos para saúde e diagnóstico sem imobilizar capital

Abrir uma nova unidade ou atualizar o parque de diagnóstico exige equipamentos que custam de centenas de milhares a milhões de reais — um ultrassom parte de R$ 150 mil, um tomógrafo pode passar de R$ 800 mil — enquanto o retorno vem paciente a paciente, exame a exame, ao longo de anos. Imobilizar esse capital de uma vez trava o crescimento da operação e ainda compete com o caixa do dia a dia: folha, insumos, manutenção. A locação operacional com opção de compra inverte a equação: o equipamento entra em operação agora, o desembolso acompanha a receita que ele gera, e a clínica ou hospital decide no final do contrato se fica com o equipamento pelo valor residual.

Os momentos em que Saúde e Diagnóstico precisa de capital — e não deveria travá-lo

  • Abertura de nova unidade ou upgrade de exames exige equipamentos de imagem que custam centenas de milhares a milhões de reais antes do primeiro paciente ser atendido.
  • Ciclo de retorno lento: o equipamento se paga exame a exame, ao longo de anos — pagar à vista trava caixa que sustenta a operação corrente.
  • Obsolescência tecnológica rápida em diagnóstico por imagem pressiona por upgrades frequentes.
  • Falha de equipamento crítico (sala de exame, centro cirúrgico) parada é receita perdida e paciente sem atendimento.
Equipamento de diagnóstico por imagem instalado em uma sala de exames.

O contrato pode pesar menos no imposto

Quando o equipamento é usado diretamente na atividade produtiva da empresa, as parcelas da locação podem ser dedutíveis de IRPJ/CSLL e podem gerar créditos de PIS/COFINS — para empresas no Lucro Real, e sempre sujeitas à validação do seu contador.

Saiba mais em Benefícios

* Estimativa considerando o crédito de 9,25% de PIS e COFINS e as despesas dedutíveis de 25% no IRPJ e 9% na CSLL, calculados sobre o valor do equipamento locado. Salientamos a necessidade de verificar com o seu contador/setor tributário se tais benefícios podem ser aplicados ao CNPJ. Não nos responsabilizamos pela classificação tributária de nossos usuários.

Um cenário ilustrativo

Cenário ilustrativo: um hospital de médio porte que fatura R$ 90 milhões por ano precisa modernizar o centro de imagem com um tomógrafo de R$ 2,8 milhões para reduzir a fila de exames. Imobilizar esse valor à vista adiaria reformas prediais já contratadas. Em locação operacional com opção de compra, o hospital coloca o tomógrafo em uso sem entrada, paga parcelas fixas ao longo de 48 meses e, ao final do contrato, decide se adquire o equipamento pelo valor residual ou o substitui por uma geração mais nova.

Perguntas frequentes

Equipamentos de diagnóstico usados/seminovos entram na estruturação?
A estruturação é pensada para equipamento novo. Para usados, é preciso avaliar caso a caso com um especialista.
O prazo do contrato acompanha o registro na Anvisa e a instalação?
O prazo é fixo em meses (12 a 60), definido na proposta. O cronograma de instalação e regularização é detalhado pelo especialista antes da assinatura.
Clínicas pequenas, sem CNPJ de grande porte, podem estruturar assim?
Sim, desde que operem como pessoa jurídica. Cada operação passa por análise de crédito e documentação própria — a aprovação não é automática.
Dá para trocar o equipamento antes do fim do contrato se surgir uma tecnologia nova?
É possível negociar upgrade ou substituição durante o contrato — fale com um especialista para avaliar as condições do seu caso.

Equipe sua operação de Saúde e Diagnóstico sem descapitalizar