Equipamentos
Tomógrafo computadorizado sem entrada: locação operacional com opção de compra
Um tomógrafo computadorizado novo custa entre R$ 800 mil e R$ 5 milhões, com vida útil de 8 a 10 anos — um dos maiores investimentos de CAPEX de uma clínica ou hospital de diagnóstico. O retorno vem exame a exame, ao longo de anos, enquanto o desembolso à vista precisa acontecer de uma vez, geralmente antes mesmo da unidade abrir. Com a locação operacional com opção de compra, o tomógrafo entra em operação sem entrada, as parcelas fixas de 12 a 60 meses acompanham a receita gerada pelos exames, e a instituição decide no final se exerce a opção de compra pelo valor residual.
Como funciona para Tomógrafo computadorizado
Seleção do Ativo
Sua empresa escolhe tomógrafo computadorizado com o fornecedor da sua preferência. Nós cuidamos da estruturação.
Simulação & Aprovação
Você projeta as parcelas no nosso simulador e envia para análise rápida de crédito estruturada.
Implantação do Contrato
Adquirimos o equipamento do fornecedor escolhido e o entregamos pronto para uso em regime de locação operacional.
Operação sem Impacto em Balanço
As parcelas são contabilizadas como OPEX (despesa operacional), mantendo sua linha de crédito e balanço patrimonial leves.
Faixas de parcela para Tomógrafo computadorizado
Tomógrafo computadorizado como despesa operacional
Para empresas no Lucro Real, as parcelas da locação podem ser dedutíveis de IRPJ/CSLL e podem gerar créditos de PIS/COFINS quando o equipamento é usado na atividade produtiva — dependendo do regime tributário e de validação pelo seu contador. Empresas no Simples ou Presumido aproveitam os demais benefícios (caixa, previsibilidade, limite bancário), sem os efeitos fiscais típicos do Lucro Real.