SEGMENTOS
Equipamentos para agronegócio sem imobilizar capital
A safra não espera o caixa se recompor. Trocar um trator ou colocar uma colheitadeira nova em campo antes do plantio ou da colheita costuma exigir de R$ 300 mil a R$ 3 milhões — capital que a maioria das produtoras prefere manter disponível para insumos, defensivos e mão de obra. Comprar à vista compromete o limite de crédito rural já usado no custeio da safra; parar a operação para negociar a compra do maquinário pode custar a janela da safra inteira. A locação operacional com opção de compra resolve essa equação: o maquinário entra em operação sem entrada, as parcelas fixas acompanham o planejamento do produtor, e a decisão de compra pelo valor residual fica para o fim do contrato — quando a safra já girou o caixa necessário.
Os momentos em que Agronegócio precisa de capital — e não deveria travá-lo
- Sazonalidade da safra: o caixa se concentra em poucos meses do ano, mas o maquinário precisa estar pronto antes do plantio ou da colheita.
- Trocar a frota (tratores, colheitadeiras) sem comprometer o limite de crédito rural já comprometido com o custeio.
- Expansão de área ou um novo contrato de arrendamento exige maquinário maior antes de a receita entrar.
- Atualização tecnológica (piloto automático, telemetria, agricultura de precisão) compete pelo mesmo capital de giro do plantio.

O que estruturamos para Agronegócio
O contrato pode pesar menos no imposto
Quando o equipamento é usado diretamente na atividade produtiva da empresa, as parcelas da locação podem ser dedutíveis de IRPJ/CSLL e podem gerar créditos de PIS/COFINS — para empresas no Lucro Real, e sempre sujeitas à validação do seu contador.