SEGMENTOS

Equipamentos para agronegócio sem imobilizar capital

A safra não espera o caixa se recompor. Trocar um trator ou colocar uma colheitadeira nova em campo antes do plantio ou da colheita costuma exigir de R$ 300 mil a R$ 3 milhões — capital que a maioria das produtoras prefere manter disponível para insumos, defensivos e mão de obra. Comprar à vista compromete o limite de crédito rural já usado no custeio da safra; parar a operação para negociar a compra do maquinário pode custar a janela da safra inteira. A locação operacional com opção de compra resolve essa equação: o maquinário entra em operação sem entrada, as parcelas fixas acompanham o planejamento do produtor, e a decisão de compra pelo valor residual fica para o fim do contrato — quando a safra já girou o caixa necessário.

Os momentos em que Agronegócio precisa de capital — e não deveria travá-lo

  • Sazonalidade da safra: o caixa se concentra em poucos meses do ano, mas o maquinário precisa estar pronto antes do plantio ou da colheita.
  • Trocar a frota (tratores, colheitadeiras) sem comprometer o limite de crédito rural já comprometido com o custeio.
  • Expansão de área ou um novo contrato de arrendamento exige maquinário maior antes de a receita entrar.
  • Atualização tecnológica (piloto automático, telemetria, agricultura de precisão) compete pelo mesmo capital de giro do plantio.
Vista aérea de uma colheitadeira em operação em uma lavoura de grãos.

O que estruturamos para Agronegócio

O contrato pode pesar menos no imposto

Quando o equipamento é usado diretamente na atividade produtiva da empresa, as parcelas da locação podem ser dedutíveis de IRPJ/CSLL e podem gerar créditos de PIS/COFINS — para empresas no Lucro Real, e sempre sujeitas à validação do seu contador.

Saiba mais em Benefícios

* Estimativa considerando o crédito de 9,25% de PIS e COFINS e as despesas dedutíveis de 25% no IRPJ e 9% na CSLL, calculados sobre o valor do equipamento locado. Salientamos a necessidade de verificar com o seu contador/setor tributário se tais benefícios podem ser aplicados ao CNPJ. Não nos responsabilizamos pela classificação tributária de nossos usuários.

Um cenário ilustrativo

Cenário ilustrativo: uma cooperativa agrícola que fatura R$ 80 milhões por ano quer ampliar a área plantada e precisa de dois tratores e um pulverizador autopropelido, somando cerca de R$ 2,5 milhões. Comprar tudo à vista no mesmo ano reduziria o caixa reservado ao adiantamento dos cooperados. Em locação operacional com opção de compra, a cooperativa coloca os equipamentos em operação sem entrada, paga parcelas fixas ao longo de 60 meses — alinhadas ao calendário de safras — e decide, ao fim do contrato, se exerce a opção de compra de cada máquina pelo valor residual.

Perguntas frequentes

As parcelas podem ser alinhadas ao calendário da safra?
O prazo é definido em meses fixos (12 a 60), não por safra, mas o especialista ajuda a escolher o prazo que melhor acompanha o ciclo de caixa da sua operação — a proposta final passa por análise.
Serve para equipamento agrícola usado ou só novo?
A estruturação é pensada para equipamento novo. Para máquinas usadas, é preciso avaliar caso a caso com um especialista.
Minha empresa já usa crédito rural para o custeio. Isso trava a locação?
São operações diferentes; a locação normalmente não compete pelo mesmo limite bancário, mas cada operação passa por análise própria de crédito e documentação — a aprovação não é automática.
Produtor rural pessoa física pode contratar?
A estruturação é voltada a empresas com CNPJ. Fale com um especialista para entender o enquadramento do seu caso.

Equipe sua operação de Agronegócio sem descapitalizar